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sábado, 11 de setembro de 2010

Uma história divertida

Bom, como todos devem ter percebido, eu ando meio sem tempo de atualizar o blog. O que é uma pena, porque tem muita gente nova que entrou em contato, e isso é muito legal, queria retribuir com mais posta, mas o trabalho está tomando um bom tempo, especialmente depois da convenção anual. E hoje eu vou contar uma história que aconteceu durante a convenção.

Pra quem não sabe, eu trabalho com O Boticário, uma marca que eu respeito e admiro há muito tempo. Mesmo antes da minha mãe abrir a primeira loja, ali pelos idos de 1992, eu já gostava de ir ao Boticário do Carrefour Campinas só pra sentir o cheiro da loja. Pois é... Mal sabia eu, do alto dos meus 10, 12 anos, que um dia eu estaria participando de convenções anuais e sabendo de novidades estratégicas, ralando e correndo atrás de fazer a marca, e mais especificamente as minhas (não minhas, mas da minha família) 5 lojas, terem sucesso.

Uma das coisas que se faz durante a convenção anual é apresentar produtos que ainda não foram lançados, e que eu não posso contar aqui quais foram, porque a Andréia Mota, gerente de Marketing, fez a gente prometer que não divulgaria. Mas estes produtos são expostos em stands muito bem montados e que sempre contam com expositores, enfeites, espelhos, badulaques e coisas deste tipo. E lá estava eu, num stand de produto, olhando as novidades que ainda serão novidades no final deste ano. Beleza, tudo muito bonito e muito interessante, quando eu tiro os olhos dos produtos e olho diretamente pra frente, vejo um cara me encarando, com cara de que acabou de me ver também, e está meio sem jeito. Não reconhecendo o cidadão, mas querendo ser simpático, levanto a mão direita e aceno cordialmente, dizendo baixinho, devido à minha timidez crônica, "Oi, tudo bom?".

Pois bem. Ainda bem que eu realmente falei baixinho e ninguém mais ouviu, porque aquele cidadão que eu não reconheci era ninguém mais ninguém menos que EU REFLETIDO NUM ESPELHO. Pois é, o pateta aqui, acostumado a ver um gordo cabeludo olhando pra ele quando se via no espelho, não reconheceu a própria nova imagem. Vergonhoso, né? Mas feliz, ao mesmo tempo, pois eu sei que a mudança foi pra melhor. E só pra completar o jabá, bora citar o slogan/assinatura dO Boticário: "Acredite na beleza". Pois é, eu acredito sim...

É isso aí, gentes. Incrível como eu enrolei pra contar uma histórinha que daria pra resumir em 10 ou 15 palavras, né? Mas sei lá, eu gosto de escrever pra vocês...

Por falar em vocês, meu último post teve 8 comentários, o que, se não me engano, é um recorde pessoal. Agradeço então a todo mundo que comentou aqui, especialmente aos novos visitantes, Nando e Ana Cláudia. Aliás, Ana Cláudia, boa sorte  na pré cirurgia, e cuida bem dessa compulsão aí. Cinco meses passam voando! Psicólogo e nutricionista ajudam muito, mas a principal protagonista da sua mudança tem que ser você mesma. E parabéns pra Adriana, que a esta altura está com mais ou menos duas semanas de operada. Boa sorte aí, e qualquer coisa que eu puder ajudar, pergunta aí! Minha memória é meio curta, mas se der eu ajudo sim...

Abração a todo mundo!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Huh... Voltei... de novo...

Pois é, novamente eu estou em falta com vocês. Mas é por um motivo importante e que fugiu ao meu controle. Depois de voltar de Buenos Aires eu descobri que a Convenção Anual dO Boticário não era no dia 28 de Setembro, como eu tinha anotado no meu calendário, mas sim em 28 de AGOSTO, o que me deixou com praticamente nenhum tempo para me organizar para um evento importantíssimo com a cúpula da minha franqueadora, A.K.A. mesu chefes diretos. E eu voltei ontem, esgotado. E a Paula está trabalhando na Expoflora, e também chegou esgotada, então a gente acabou conversando um tiquinho e indo dormir cedo, que somos filhos de Deus, né?


Mas chegou (finalmente) a hora de eu dar satisfações para suas senhorias.Apesar da Paula ter contado sobre Buenos Aires no blog dela (é legal, pode ler, ela escreve bonitinho), eu vou tentar dar uma nova perspectiva e, simultaneamente relembrar um pouquinho de uma das melhores viagens da minha vida.

Primeiro, deixa eu falar uma coisa pra todos os leitores brasileiros: Fora do futebol, toda birra que eu tinha do povo argentino se foi na primeira meia hora de Buenos Aires. O pessoal lá é gente fina demais, todo mundo muito simpático e a fama de arrogante que eles têm em nosso país não se justifica em nada. Mas ainda assim, se a final da copa de 2014 for Brasil e Argentina eu vou infartar.

Isto posto, vamos à viagem. Espero não colocar fotos iguais às da Paula, mas eu sou distraído e isso pode acontecer. Vamo que vamo.Ah! Monster post warning! Muuuuitas fotos a seguir.



Eu, Paula e Cezar no carro, indo pro aeroporto na madrugadona da segunda feira, dia 16. Frio dos infernos. Com o calor que tá hoje, eu mal me lembro de como era duas semanas atrás. Enfim, eu fui dirigindo, o Cezar foi pra trazer o carro de volta. Eu deixei ele ir descansando porque ele ia voltar sozinho no carro, então ele não poderia dormir na volta...


Esse sou eu, dentro do avião, devorando Bueno Aires (ou pelo menos o guia). Classe econômica, serviram um pão seco com pouco recheio. Pelo menos eu pude relembrar como era o suco de maçã inglês (igual ao americano), que é uma delícia, mas agora eu acho um pouco doce demais. Viagem tranqüila, sem grandes transtornos. Chegamos a Ezeiza (o aeroporto) e descobrimos que tudo por lá tem fila. Até o avião teve que esperar um terminal ficar livre. Nossa mala também foi parar na sala errada, então foi bem uma hora e meia de espera entre achar a mala e fila pra imigración. Fizemos o câmbio, o real a 1,91 pesos. Mais tarde descobriríamos que no centro dava pra fazer câmbio a 2,08. Damn... Depois de tanta espera, nossa primeira e faminta refeição argentina:


Sim, fomos ao McDonalds. Vergonha, né? Mas foi uma medialuna e um Alfajor, que aliás eram ótimos Seguimos de taxi para o hotel, que era longe pra caramba. Apesar de ser uma segunda feira, muitas coisas estavam fechadas e a cidade estava bem morta. Chegando ao hotel, José, o recepcionista (gente finíssima), disse que era feriado. Que porcaria, estava realmente tudo fechado! Mas isso não ia impedir a gente de passear por lá, né? Depois de descansar um tiquinho, saímos rumo à estação de metrô e resolvemos comer de verdade num lugar bem pertinho do hotel, chamado El Fuelle (leia El Fueje), o que significa "A sanfona", que é também a logomarca da casa. Show de bola, olha só:


Essas eram duas empanadas, que são assados típicos daquele país, uma de Roqueford e outra de Humito, nome local para milho com requeijão. Ambas estavam um desbunde, provavelmente a melhor massa assada que eu comi na vida. Sério! Outra coisa que estava muito boa era o chopp. Em todo lugar tem chopp Quilmes (lógico, né?) e em todo lugar eles mandam uma porção de petiscos junto com o chopp. Olha só o naipe:


O queijo ralado é porque a Paula comeu um nhoque (ñoqui, por lá). De lá, metrô e Plaza de Mayo, onde visitamos a Casa Rosada, que é tipo o Palácio do Planalto deles. Olha só porque do nome:


De lá, subindo a Av. de Mayo, paramos no café mais tradicional do lugar, o Café Tortoni, fundado em 1858. O lugar é lindo mas o atendimento é horroroso, e o churro foi o pior que eu comi na minha vida. No site da Paula tem uma foto do que a gente comeu, então olha só o lugar:


Detalhe para o cachecol e para a Paula, fotografando no espelho. Legal, né? De lá, andamos até o Obelisco (é longe PACAS!), que é na Av. 9 de Julio (leia Nueve de Rrulio), que é uma rua ENORME, com 16 faixas de trânsito. Mas trânsito bem educado e organizado, o que torna a 9 de Julio mais fácil de atravessar do que a Av. Paulista. Ó o obelisco aí gente:


Show. Era aí que o Maradona ia correr pelado se a Argentina ganhasse a copa. Deus abençoe a seleção alemã... Agora, momento curiosidade histórico-humorístico. Buenos Aires teve uma segunda fundação. Leia a história aqui, ó! Sabe o nome do segundo fundador? Olha só:


Juan de Garay! Ê, Garay! Trocadilhos infames à parte, voltamos à Av. de Mayo e paramos em um resto legal (restaurante chama Resto por lá. Dá uma má impressão de comer no resto, mas é assim que eles chamam), chamado Iberia.  Agora preste atenção em uma declaração bombástica: Foi lá que eu comi A MELHOR CARNE DA MINHA VIDA. Era um bife Chorizo, que é um corte de contra filé, que estava grelhado à perfeição. Olha só a foto:


Reparou a bandeirinha do Brasil? Pois é... eles sabem agradar... De lá, íamos ao metrô, mas o danado do metrô tinha fechado às 22:30 (eram 22:40) e a gente não sabia o que fazer. Um cidadão reparou que a gente estava com cara de perdido, perguntou pra onde a gente ia e falou para pegar o ônibus 8. Super solícito e simpático. Pegamos o ônibus depois de uma longa espera, e lá descobrimos que os ônibus só aceitam moedas, e que a gente não tinha nenhuma. Mas o motorista, percebendo que a gente era novato na bagaça, falou pra gente entrar e viajar de grátis. Uhu!!!! Não tenho fotos do evento... Voltamos ao hotel dando risada e dormimos feito pedra. Dia seguinte, café da manhã de hotel barato:


Medialunas! E biscoito de doce de leite. Delícias locais que eu vou sentir saudades pra sempre! De lá pra outra estação de metrô, um pouco mais longe, porque a gente precisava passar numa loja de elétrica para comprar adaptadores pro padrão de tomadas BIZARRO que eles adotam por lá. Olha o nome da estação, que legal:


De lá, pegamos duas linhas de metrô e fomos ao Jardim Botânico. Nada de mais, nem vou postar fotos. De lá, andamos até o Zoológico, onde a gente andou muito, porque ele é imenso e imperdível. E de lá, andamos quatro quarteirões até o Jardim Japonês (leia Rrrardim Rrraponês, o que soa hilário). O detalhe é que a gente estava tão cansado e os quarteirões eram tão grandes que pareceu o caminho de Santiago de Compostella. Ô, calvário! Acho que essas caminhadas justificam o fato de eu não ter engordado por lá, porque eu comi MUITO, e muitas vezes de forma desbalanceada. Já outras refeições foram mais leves, como esta aqui, no Jardim Japonês:


O restaurante é tão bonito quanto o lugar... De lá, fomos ao bairro della Recoleta, bairro nobre e lindo, visitar um dos pontos turísticos mais bizarros e lindos do lugar, o Cemitério della Recoletta, onde está o túmulo de Eva Perón, ou seja, a Madonna naquele filme musical que eu não assisti.



O túmulo dela é um dos mais simples do local. Compare com esse aqui, ó:


Essa estátua, feita de Mármore Branco Absoluto, é em tamanho natural. Lindo, embora um cemitério seja sempre meio deprimente. Tomamos um café na Havana (onde tem os melhores alfajors do mundo), jantamos e voltamos pro hotel para um merecido banho de banheira (apertadinha). Dia seguinte, visita a San Telmo, bairro tradicional que tem um monte de lojas de antigüidade e galerias de arte. Me apaixonei por uma antigüidade que era uma obra de arte. Olha só:


Era uma Panhead 1953 totalmente conservada. Pena que custava 29.000 dólares. Se eu tivesse essa grana, tinha voltado de moto da Argentina. Almoçamos num restaurante horroroso visualmente, com um atendimento abaixo de razoável, mas que tinha uma carne excelente. O nome do lugar é Desnível, e o prato foi esse:


De lá, fomos de Taxi ao bairro de La Boca, visitar o estádio La Bombonera, onde tem uma estátua do Maradona. É lógico que eu fui com o meu manto sagrado, e aproveitei pra fazer pose ao lade de D10s (prepotente ele, não?)...


Ao me ver com o uniforme do Corinthians (Parabéns pelo Centenário, falar nisso), um torcedor do boca, que trabalhava no lugar, começou  a gritar "Aqui tem um bando de louco..." e a zoar com o São Paulo. É sério! Descobri que o pessoal do Boca adora o Corinthians, penso que por conta do Teves, do Mascherano e do Defederico, que o timão importou de lá. Olha só a cara do maluco aqui:



Depois deste vídeo instrutivo, visitamos El Caminito, um pedaço de La Boca que é muito bonito e colorido. O povo da região, que é muito pobre, pintava as casas com restos de tinta do porto, então ficava tudo coloridão. A moda pegou, e hoje é assim:


Bacana, né? De lá, fomos conhecer a Calle florida, que é uma rua de comércio, a mais chique da cidade. Depois de passear e não comprar nada (é a rua mais cara da cidade, tb...), Fomos ao Cassino, onde não pudemos tirar fotos, mas nos divertimos bastante e torramos 100 pesos nas mesas de Black Jack. Voltamos ao hotel, e antes passamos de novo no El Fuelle, comer mais uma empanada e tomar mais um chopp. Aproveitamos para falar tchau pra Nadia, essa garçonete gente fina que nos atendeu tão bem nas duas vezes:


Dia seguinte fomos ao Uruguai, a Colónia del Sacramento. Muito bonita, mas devido a um desastre ecológico, havia muitos peixes mortos no local, e a cidade estava bem fedida... Uma pena. Mas deu pra passear e conhecer bastante coisa legal. Fomos a um restaurante típico experimentar a tão famosa Parrillada (pronuncie parrichada), que é, numa tradição livre, uma Churrascada. E no Uruguay, isso significa que eles vão te servir quase meia vaca assada. É MUITA comida. Em dois a gente comeu mais ou menos um oitavo do que veio. E é bom lembrar que eles assam TUDO do boi. A saber: Chorizo (lingüiça), Morcilla (Chouriço), Mollejas (Timo, uma glândula que fica no pescoço), Chinchullines (intestino delgado), Costeleta de Cerdo (bistequinha de porco), Pollo (coxa e sobrecoxa de frango) e Asado de tira (costela de ripa cortada na transversal, a famosa costela uruguaia).


Falar uma coisa pra vocês, viu... Nosso churrasco é muito melhor que o deles. Se não fosse a curiosidade de experimentar tudo isso, eu teria me arrependido de pagar 900 pesos uruguaios (90 reais) num churrasco meia boca. Passeamos mais um pouco por Colónia, batemos umas fotos como essa:



E voltamos à Argentina, para passear mais um pouco pela Calle Florida, onde vimos um show de tango na rua, e lá fomos convidados a bater uma foto com a trupe. Divertido, embora constrangedor... Tem uma da Paula tb, mas essa eu vou deixar pra ela colocar no blog dela.


De lá pra um boteco perto do obelisco, e de lá pro hotel, arrumar as malas, que na sexta já era dia de voltar pro Brasil-sil-sil! Acordamos, fomos ao aeroporto e lá tomamos a última Quilmes da viagem. Recomendação importante: A quilmes de lata tem gosto de Brahma. Eca! Mas a lata é linda, olha só:


Aí eu já estava com a mala despachada, a passagem e o passaporte na mão e saudades da cidade de los hermanos. Enfim, foi uma delícia, foi minha primeira viagem grande sozinho com a Paula, e já estamos juntos há quase 8 anos. A gente tava merecendo...

Aproveito este finalzinho de post para agradecer e dar as boas vindas à Ni e à Mauren, que escreveram aqui nos comments. Ni, valeu das dicas, mesmo que tenham sido um pouco atrasadas, e sim, Mauren, você pode ser uma truta local mesmo sem ter blog, e sim, eu leio mesmo comments em posts antigos. :)

E agora chega de escrever, né? Acho que este é o maior post de todos os tempos de todos os blogs do mundo... A propósito, foram mais de 2 horas e meia de escrita/postagem de fotos/ postagem de vídeo/ revisão... Preciso ir dormir!

Abraços!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Voltei renovado, mas o trampo tá atrasado!

Veja que engraçadinho que eu sou, fazendo rimas no título do post... Bom, o fato é que eu voltei de Buenos Aires sexta última e até agora não contei nada pra vocês. Porque? Porque no final de semana eu basicamente descansei do que foi uma das melhores viagens da minha vida, e que obviamente foi bastante cansativa, e desde ontem eu estou correndo atrás de desatrasar o que ficou atrasado nesta minha semana de ausência.

Assim, passei só pra dar uma pequena satisfação aos leitores fiéis e casuais, e prometer que entre hoje e amanhã eu posto alguma coisa com um pouco mais de substância.

Agora só pra não ficar só na promessa, vou contar pelo menos UMA novidade. Ontem eu voltei pra academia depois de uma semana afastado. Como todo mundo deve imaginar, conhecendo um país novo, em uma viagem corrida, minha alimentação não foi exatamente balanceada, eu abusei de carnes, batata frita (que eles comem com TUDO), doce de leite (que eles colocam em TODAS as sobremesas, menos no churros, o que é bizarro), empanadas, medialunas e o escambau. Mas a boa surpresa é que, acredito que por conta do tanto que eu andei por lá, meu peso continua estável. Ontem à noite, antes da academia, eu pesei e lá estávamos, eu e meus 87,5kg. Eu sei que eu já pesei menos do que isso, mas foi uma vez só e o meu normal é isso mesmo, então eu estou dentro da faixa normal, e não ganhei nada de peso, graças a Deus.

Depois eu conto mais que tem um monte de trabalho em cima da minha mesa as we speak. Abraços!

Ah! Este post não tem fotos porque as fotos estão no computador da Paula. Próximo post de lá, entonces.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Hola, amigos!

Eu e Paula estamos em Buenos Aires, e vim pra cá com o firme propósito de postar algumas coisas daqui, mas como tem muita coisa pra ver e pouco tempo, eu chego no hotel tão esgotado que só quero dormir. Mas agora, rapidinho, vai pelo menos UMA foto, só pra dar satisfação pra vcs. O lugar é o Jardim Japonês (leia Rrrrardin Rrraponês, por conta do sotaque), e é um dos lugares mais lindos que eu já vi na vida.


Paula, minha fotógrafa particular, mandou muito bem na iluminação. Tá, bom, vai, mais uma fotinho:


Dessa vez quem tirou foi um dos muitos (eu disse MUITOS) brasileiros que a gente encontrou por aqui, possibilitando que aparecesse o feliz casal. Notou a ponte lá atrás? é a mesma da foto anterior. Fala aí, o lugar é bonito ou não?

Outra coisa que eu quero adiantar aqui, embora superficialmente, é a lista dos lugares visitados. La vai:

Dia 1 (ontem, em meio dia):
Metro Linea A, Plaza de Mayo, Casa Rosada, Av. de Mayo, Cafe Tortoni, Av. 9 de Julio, El Obelisco, Plaza del Congreso.

Dia 2 (hoje, o dia inteiro):
Jardim Botánico, Zoo de Buenos Aires, Jardim Japonés, Cemitério de la Recoleta, uma parte do bairro La Recoleta, Av. Corrientes e banho de banheira no hotel pra aliviar a correria do dia.

Ainda falta visitar:
La Boca, La Bombonera, San Telmo, Casino, Calle Florida e toda a vila de Colónia del Sacramento, no Uruguay. Vai ser pauleira conseguir tudo isso...

Depois (talvez depois que eu voltar ao Brasil) eu conto mais e com mais detalhes, que agora eu preciso dormir.

Abraços e até mais!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Uma semana corrida e cheia de novidades!

Oi, pessoas! Siiim, eu sei que eu sumi, mas não me esqueci de vocês, não.

É que eu andei meio ocupado, sabe como é, né? Semana de pagamento, coisas em atraso e mais uma série de coisas, só uma delas um pouco (muito, pra falar a verdade) desagradável: tivemos uma visita noturna na loja de Cosmópolis. Um ladrãozinho sem vergonha entrou pelo telhado e lá se foi uma mala cheia de produtos e um tanto (não muito grande, graças a Deus) de dinheiro. Chato pra caramba, mas agora a loja tem um alarme reforçadão e monitoração 24h por dia, acabou a festa dos pilantras (espero).

Mas vamos falar de coisas mais legais: primeiro, deixa eu comentar que a Paula conheceu a Cris pessoalmente, e chegou em casa falando que ela é um doce. Eu disse que agora, só se for doce light, mas ela insistiu, e por doce ficou.

Bom, outro motivo de correria esta semana é que eu estou tentando deixar tudo meio encaminhado pra semana que vem. Se você não lembra, semana que vem eu estarei fora de nosso país, visitando os hermanos em Buenos Aires. Estou ansioso pra caramba, é sempre legal conhecer lugares novos, né? Depois eu posto fotos de lá.

Por falar em foto, mais uma novidade pra dar invejinha:


Apesar da qualidade horrorosa da foto, dá pra ver do que se trata. Sim, eu e Paula vamos ao show do Bon Jovi (arquibancada laranja, caso alguém queira ir junto) e eu vou sozinho no show do Rush (pista, just in case you wonder). Eu sei, eu sei, você (estatisticamente) não conhece o Rush, né? Pois bem, é um trio canadense que faz música diferente de tudo o que eu já vi. É bizarro, mas muito legal. É a segunda vez que eles vêm pra Sampa, e será a segunda vez que eu verei a banda, da qual sou fã desde os parcos 12 ou 13 anos. Só como referência, é a banda que toca Tom Sawyer, a música tema (no Brasil) do seriado Profissão Perigo, aquele do McGyver, lembra?


Essa é a tal música. E eu esqueci de mencionar, o Geddy Lee, vocalista e baixista é um dos caras mais feiosos do planeta. Combina com a voz de elfo, sei lá.

Pois é. E o que isso tem a ver com a cirurgia, ou o tema do blog? Nada, mas é que eu estou empolgado com isso tudo. Vamos agora ao tema central da bagaça, entonces: pela primeira vez em muito, mas MUITO tempo, eu subi numa balança e me vi com 87,6kg. Estou chegando no meu objetivo. Tudo bem que essa pesagem foi antes de uma refeição e depois de sair da academia, então eu ainda devo estar próximo aos 88,5kg em condições normais, mas que foi legal baixar o número, foi.

Falando em academia, estou seguindo firme e forte com a rotina de malhação. Segunda a sexta, hora e meia a duas horas, religiosamente. E sabe o que é mais legal? Eu estou começando a gostar. A academia que eu freqüento ajuda, tem muita gente legal, a instrutora é truta (o marido dela lê o blog, by the way. Abraço, Tchelo!) e agora entrou mais um instrutor que é irmão de um amigo meu de longa data. Pretty cool, huh? A Paula, que não está curtindo muito mas vai assim mesmo, também ajuda bastante.

Ontem, voltando do fim de semana do dia dos pais (o show do Rush foi meu presente, a propósito), eu achei que a academia ia ser complicada, que eu ia ter dificuldade. Eis que eu fiz tudo com uma facilidade inédita, e estou pensando em aumentar a carga dos exercícios. Acho que o meu corpo está respondendo bem ao treino... Ah! Eu li no blog da Claudia que ela está descobrindo que tem ossos. Eu, depois de 32 anos, estou começando a perceber que tenho um bíceps pela primeira vez. Não o suficiente pra bater uma foto, mas no futuro quem sabe...

Não, eu não quero ficar assim. MESMO! Nem perto disso.

Voltando ao dia dos pais, foi um final de semana bem legal, divertido, mas incrivelmente rico em carboidratos e gordura. Levamos meu pai no restaurante Feijão com Tranqueira, que é um espetáculo pra quem curte comida e ambiente de sítio. Foi um pouco decepcionante porque aos domingos eles estão com sistema Self Service por pessoa, o que tira o charme das cumbuquinhas na mesa. Isso sem contar que é um desperdício pra quem tem meio estômago, né? Mas de qualquer maneira a comida da roça é cheia de gordura, e eu vou ter que fazer uma semana extra-light pra compensar. Vamo que vamo.

No mais, trabalhando muito, gravando umas coisas novas e correndo atrás de um monte de coisas.

Depois eu conto mais, tá?

Abraços, e até logo.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Thera and back again...

Voltei. Aliás, voltei faz um tempoinho, mas como a semana lá em Curitiba foi punk, eu não tive pique pra escrever no fim de semana. Aliás, eu quase só dormi no FDS.

Hoje, obviamente, tem muita coisa a fazer depois de uma semana afastado do escritório, então serei sucinto.

Primeiro recado: Parabéns atrasado, bolinho diet pra Ana Paula, minha linda, que fez aniversário ontem. É lógico que eu falei isso pra ela o dia inteiro, mas aqui no blog tá atrasado, então parabéns atrasado, linda!


É sim, bolinho Diet. Não que ela precise, mas esse espaço é sugar free, pombas! Aliás, ontem rolou um bolinho que ela fez e estava delicioso, mas eu não tenho foto aqui comigo e ele era menos diet do que deveria para aparecer neste blog... Mas beleza, tava uma dilíça!


Otra coisa: Mountz, meu brother, que fez a cirurgia sexta feira última, tá tudo certo aí, mano? Até onde eiu sei, ele andava com algumas dores abdominais, mas eu imagino que já esteja melhor. Estou vendo de passar por aí essa semana, te visitar, bro! Tudo passa muito rápido, pode ter certeza.

Mais uma coisa, boas vindas à Talita, que comentou no último post. Realmente, 99% dos blogs sobre gastroplastia são femininos. Acho que os homens em geral são meio encanados com expor a vida pessoal, sei lá. O fato é que eu sempre gostei de escrever (eu ganhava a vida como redator publicitário) e essa é uma boa válvula de escape. De qualquer maneira, espero que você (e todo mundo que freqüenta aqui) continue achando legal esse humilde e pouco atualizado espaço. Vou visitar o seu blog com mais atenção e comento por lá, tá bom?

Até mais todo mundo e eu volto quando o volume de trabalho na minha mesa voltar ao nível aceitável.

Abraços!

Ah! Só pra não passar em branco, ontem eu me pesei e estava com 88,6kg, o que me põe a 3,6kg do meu objetivo final. Tá pertinho, gentes!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Estou em Curitiba

Sim, por isso você não me viu por aqui já há algum tempo...

Mas é o seguinte, agora eu tenho conexão com a Internet com uma velocidade um pouco maior que ridícula, o que é o suficiente para postar, e sexta feira bem de manhãzinha eu vou embora, então você não vai se livrar da minha pessoa.

Bom, eu vim pra cá a trabalho, pra um treinamento sobre gestão de processos. Por conta de praticidade e até de economia (o preço das passagens aéreas está bem baixo), eu e meu irmão decidimos vir pra cá de avião, e não de carro, como eu fiz no treinamento do ano passado. Eis que eu me vejo numa situação inesperada: Meu assento era no meio de uma carreira de três assentos, e o do meu irmão era em outra fileira. Assim, como o vôo estava lotado, eu me vi na iminência de me sentar no meio de dois estranhos e, como todo gordo, já me preparei para sentar meio de lado, me encolhendo para incomodar o mínimo possível às pobres vítimas.

Olhei pra pedir licença pro cara do corredor já como quem pede desculpas, e ele, ao invés da cara de susto habitual, olhou pra mim e disse "Opa! Pois não!", com meio sorriso simpático no rosto. Aí eu lembrei que essa era a minha primeira viagem em um meio de transporte coletivo estando abaixo dos 100kg. Eu pude sentar tranqüilamente, sem encostar nos vizinhos, sem incomodar ninguém.

Não, não foi uma viagem confortável. As porcarias das poltronas daquele Boeing 737-700 da Gol eram exatamente isso: Uma porcaria suprema, daquelas que a gente esconde quando vem visita em casa. Elas reclinavam aproximadamente 2 graus e tinham o estofamento equivalente a uma rocha ígnea no Himalaia. E mesmo eu estando bem mais magro, o espaço que sobrava pros braços era ínfimo. Deus abençoe o meu emagrecimento, senão eu teria que ir em pé no corredor, pra não matar ninguém sufocado.

Outra coisa bizarra (mas boa)! Sabe aquela bandeijinha que fica na poltrona da frente? então... sabia que eu descobri que ela pode baixar sem pegar na minha barriga? Tudo bem que na viagem serviram um suco de laranja horroroso e um biscoito (sério, UM BISCOITO), mas mesmo assim eu pude abaixar a bandejinha sem constrangimento. E sabe o que mais? Ela tem uma regulagem, pra se aproximar de você, se for necessário! Mesmo assim, ela não encostou em mim. Aliás, eu bati uma foto pra provar, mas ela ficou uma porcaria, então eu não vou postar.

O que? Você quer ver assim mesmo? Mas não vai dar pra ver nada! Tá bom, vai, olha aí:

O que que é isso, tio?

Viu, que porcaria de foto? Então... Essa mancha clara na direita é a bandeja. Essa mancha clara na esquerda é minha camiseta. Essa mancha escura no meio é o espaço que sobrou. Agora até deu pra entender, né? Se o Iphone tivesse flash a vida seria mais fácil.

Mas o que importa é que eu estou feliz com isso, e a viagem está correndo bem. Ontem, pra você ter uma idéia, eu fui a um restaurante italiano (O Villa Marcolini, que eu recomendo pra quem estiver em Curitiba) e aprendi a fazer massa. Literalmente, tipo a misturar ovos com trigo e leite, passar no cilindro e cortar pra fazer fetucinni. Legal, né? Olha, pena que o orelhudo aqui não bateu fotos do processo, mas o resultado foi esse:

Ô restaurante porreta! O Chef Fabiano Marcolini é sensacional, e gente fina.

Acabei comendo (degustando, pra usar um termo mais adequado) um Capeletti de ricota ao molho pomodoro, um Fetuccini Alfredo, Uma lasagna Bolognesa gratinada e um Gnocchi ao mix de funghi que foi um dos melhores pratos que eu já comi na vida. Mas hoje eu já voltei a comer rúcula e couve no almoço, tá? Por falar em alimentação, eu estou (a exemplo do Henrique) sem tomar refrigerantes, nem light ou diet, mas como comida de hotel é jogo duro, eu abusei um tanto dos doces. Mas sexta eu retorno à academia e à rotina.

E depois eu conto mais sobre um certo almoço mexicano que rolou esses últimos tempos. Só pra constar, uma foto da mesa do evento:

O extintor ali atrás é por conta da pimenta.

Volta aí depois, pra saber mais!

Até mais, e abraços, especialmente pro Montanha, que deve entrar na faca dia 23 próximo (a.k.a. Sexta feira agora) e a quem eu PRECISO ir visitar no hospital, e aproveitar pra visitar sua irmã, que eu ainda não visitei.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Aqui estou eu de novo!

Olá, pessoas!

Acabei sumindo por mais tempo do que a gente tinha combinado, né? Então... desde o final de semana passado que eu estou ensaiando pra escrever esse post, mas me faltou coragem pra sentar na frente do computador. No trabalho, eu estou correndo atrás de desatrasar (neologismo detected) duas semanas de dengue, e pra complicar um pouquinho, eu fiquei resfriado esta semana. Mas vamos falar de coisa boa:

Sexta feira última (fora hoje, né?), eu fui numa viagem com uns grandes amigos. Fui eu, Tiago Kurihara, Cezar, Fred, Rique e finalmente André. Saímos só em homens para comemorar a despedida de solteiro deste último cidadão, que se casa em Junho. Agora, antes que perguntem, eu já adianto: Não, ninguém saiu pra fazer putarias, nem o Tiago, único solteiro do bando, não pegou ninguém (desculpa o termo, mas na falta de um mais respeitoso com as moças, vai assim mesmo), e ninguém sentiu falta disso. Talvez o Tiago. Hehehehe... Mas beleza, a gente se divertiu de monte.

Para onde fomos? Areado! Eu sei, já contei várias coisas de lá por aqui, entonces todo mundo já conhece virtualmente a bagaça. Bom, chegamos lá por volta das 5:30 da manhã do sábado (uia!) e fomos agraciados com o nascer do sol mais bonito que o mundo já viu. Duvida? então olha só essa foto aqui, ó:


Até eu fico bonito com um fundo desses, né?

Capa de CD de sertanejo, né? Eu dei uma estouradinha na cor no Photoshop, mas, cara isso tava lindo! Foi olhar pra isso e ir pra cama, depois da looooonga viagem. Acordamos por volta das 11 da matina pra dar o start. Bom, depois de muito andar de barco, tomar cerveja (eu menos que os outros) e dar risada, à noite fomos pra Alfenas, cidade grande que tem lá perto e que eu mesmo nunca tinha ido conhecer.

Aí é que entra o tema principal deste post. Foi a primeira vez em que eu saí desacompanhado desde que eu perdi o excesso de mim e mudei o cabelo. A Paula sabe de tudo o que aconteceu na noite, e eu tenho minha consciência muito limpa, mas eu devo dizer que pela primeira vez na minha vida eu me senti olhado de uma forma muito positiva pelas mulheres de um barzinho onde a gente foi. Uma delas, inclusive, tentou me beijar. Eu, que sou sussa, me fiz de desentendido, mas eu não posso negar que isso faz um bem danado pro ego. Eu não pretendo largar da mulé pra virar um baladeiro que sai com quem quer que passe pela frente, nada disso, mas o fato é que isso faz a gente se sentir bem, e isso é qualidade de vida.

Isso me leva ao ponto principal: eu nunca achei que tivesse problemas sérios de auto-estima, mas eu tinha. É óbvio, agora, olhando pra trás. Sempre tive! E você, que está neste blog se perguntando se vai ser bom fazer a cirurgia, pode pensar nisso também. Por menos que pareça, você tem questões não resolvidas no tocante à auto-estima. Aliás, acho que todo mundo tem. E, além do ganho de saúde, esse ganho psicológico vai te fazer viver melhor e mais feliz também. Acredite em mim, porque eu também duvidava que isso fosse relevante a este ponto, mas aqui estou eu, gastando um tempo que eu teoricamente não tenho, pra te contar isso.

Parece um texto de auto ajuda meio bizarro, né? Mas a idéia é essa mesmo...

Quer se convencer mais um pouquinho? Se imagine uma mulher numa balada. Vamos lá, só imagina. Agora você vê esses dois caras aqui:

Já vi essa foto, tio!

Tá bom, eu reciclei a foto sim, mas eu tô tentando argumentar aqui, e ela cabe bem, tá? Então, Pra quem você vai olhar mais? Quem teria mais chance com você? Seja sincero(a). Na verdade, se você não é a Paula, que tá lendo o blog tb, então pode ser que seja, nenhum dos dois é um bom partido, pois são ambos comprometidos, mas a minha versão feminina (que é zagueiro do Olaria) tentaria suas fichas com aquele de camiseta branca.

Think I made my point.

Abraços, e agora eu vou almoçar e ouvir as músicas novas que eu vou tocar hoje à noite, no Spazio, em Cosmópolis. Quem estiver afim, apareça.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Hoje eu estou de molho...

Pois é... ontem à noite eu fiquei meio com febre, e isso vem se arrastando desde então. Isso é uma droga, mas por outro lado me deu tempo para atualizar o blog, que teve um recorde de comentários no último post, o que me deixou bem feliz. Mas há que se entender, né? Se eu visse as fotos de antes/depois numa propaganda eu ia ter certeza de que era MENTIRA. Mas não é, o que me faz pensar que eu talvez precise ter um pouco mais de fé no ser humano. Hehehe...

Bom, vamos às novidades dos últimos muitos dias sem escrever por aqui. Primeiro, a loja de Cosmópolis está completando uma semana de inauguração hoje. Isso é legal, porque a construção vinha exigindo muito de mim (do meu irmão também), e agora eu devo ter um pouco mais de tempo e pique para fazer o que eu preciso, tipo ir a uma academia, coisa que eu estou adiando a tempo demais.

Outra coisa legal é que minha mãe finalmente foi conhecer a Europa, uma viagem que ela vinha adiando há, pelo menos, 15 anos. E eu fui levar ela ao aeroporto, e aproveitei a viagem para conhecer o All Black Irish Pub, na Oscar Freire, em São Paulo. Eu e a Paula queríamos conhecer o lugar desde que fomos pra capital, em Fevereiro. E valeu a pena. O lugar é sensacional, tem uma carta de cervejas espetacular, tinha uma banda de blues maneira e a companhia era jóia (viu, gata?). E meu irmão e a Regina também estavam lá.

Mais uma novidade é que a reforma da minha casa está com a primeira fase finalizada, carecendo só de acabamentos que eu e a Paula mesmo vamos fazer (e dar muitas risadas no processo), provavelmente com a ajuda de meus irmãos e meu cunhado, que manjam muito mais do que eu dessas coisas.

Ah! Se eu estiver bonzinho e curado desse mau estar até quinta feira, eu e Paula vamos voltar a Sampa para assistir Alice na sala I-Max. Mal posso esperar...

E, para finalizar, eu estou pesando oficialmente 95,2Kg, io que me põe a 10kg do meu objetivo final, e 46kg distante de onde eu estava quando o processo todo começou. Grande vitória, huh?

Enfim, a vida anda bela, e fora essa febrinha boba eu não tenho muito do que reclamar. E dessa vez eu não vou postar uma foto tirada na hora porque eu não quero aparecer com olheira, cara amassada e pijama amarrotado, então no próximo post eu dou uma caprichada, beleza?

Até mais!

P.S.: Poxa vida, a Paula acabou de medir a febre, e embora ela esteja só com 36,8 graus, ela tá meio baleadinha. Será que a gente vai curtir uma virose em família? Droga...

terça-feira, 6 de abril de 2010

De volta

É, o fim de semana prolongado passou e eu não dei as caras. Sinal de que a viagem foi boa, né? Eu achei... E pelo que eu pude sentir, os novíssimos visitantes (Cezar e Carina) também acharam, embora eu ainda não tenha baixado as fotos pra poder compartilhar um pouco mais das impressões. E pra compensar um pouco os abusos gastronômicos de uma viagem a Minas Gerais, uma incursão de 4km de caiaque fez as vezes da academia local. E o fôlego se mostrou muito bom, eu cheguei de volta sem ofegar NADA. É muito bom poder ter prazer em atividades físicas ao invés de estar sempre à beira de um ataque cardíaco e/ou de asma... Ah! E refeições baseadas em peixe fresco, muitas vezes cru (adoro sashimi de tilápia) ajudam um pouco pra melhorar a proporção proteína/carboidrato. E é especialmente gostoso se o supra-citado peixe foi pescado pela Paula, né linda? Depois ela posta umas fotos do peixe e do sashimi no blog dela.

E a páscoa... hmmmm... é bom assumir de cara que eu comi mais chocolate do que eu devia. Se bem que o que eu DEVIA MESMO era comer zero gramas de chocolate, mas na páscoa não dá, né? Bom, de qualquer maneira, eu comi BEM menos do que em qualquer páscoa anterior da minha vida, com as possíveis exceções dos primeiros 3 ou 4 anos de vida, em que minha mãe deve ter segurado a onda.

De qualquer maneira, eu tenho tentado me segurar um pouco mais, porque (e isso eu não contei pra vocês ainda) meu emagrecimento deu uma parada. Acho que eu andei relaxando e abusando e por conta disso, desde meus 98kg eu ainda não perdi nada, desconsiderando diferenças de roupa, ou qualquer outra coisa que altere o peso temporariamente. Eu tenho um objetivo, e para chegar a ele ainda faltam mais de 10kg, e eu vou chegar lá. Palavra de honra! E pretendo me manter sob controle, também, pra não voltar a ganhar peso. Eu passei por muita coisa pra perder esses quilos, e não pretendo dar mole pra eles não. É lógico que a minha postura de me dar o direito a um abuso esporádico continua, mas a palavra chave é essa: Esporádico.

A vida segue bela, e corrida, sexta feira agora a Pedros Negros, minha banda querida, vai tocar no encontro de motos de Artur Nogueira (já disse isso aqui, né?) e a falta de ensaios está me preocupando bastante, mas eu confio nos caras da banda, e confio cada vez mais em mim, então não tem muito o que dar errado.

E o baile a fantasia está aí e eu ainda não tenho nada do que me fantasiar. Será que eu vou ter que apelar pro velho truque de ir fantasiado de turista, com hipoglós na cara e máquina fotográfica no pescoço? Damn it! A Paula já sabe do que vai, e já tem uma boa parte da fantasia sob controle. Não, eu não vou contar aqui não. Depois eu posto fotos pra mostrar.

Abraços a todo mundo e feliz páscoa, agora atrasado!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Uma pequena viagem

Final de semana último eu fui à capital de nosso glorioso estado só pra passear. Foi a primeira vez que eu fiz isso, apesar de já ter morado naquela cidade por quase um ano. Acredite, vale a pena...

Pra começar, eu fui no sábado de manhã porque a Paula tinha um encontro de blogueiras, num bazar de roupas usadas. Sim, se você não lembra, minha mulé também bloga, e em dois lugares diferentes. Aqui e aqui.

Olha só o pessoal do bazar!

Enfim, ela acabou trocando umas peças muito bacanas, o que aplacou um pouquinho a ira consumista que a abstinência de compras causa. Afinal, a gente está segurando a onda em compras pra poder viajar ano que vem. O segundo blog dela é basicamente inspirado nesta viagem, leiam mais lá. Ou aqui, que é o mesmo lugar.

E enquanto isso, eu fui à Santa Ifigênia e realizei um sonho de consumo semi-antigo: Comprei um I-Phone 3GS! Bacanão, com um monte de putarias e traquitanas divertidas. E é da Apple. Tudo bem que ele inexplicavelmente não roda Flash, mas ainda é um brinquedinho MUITO poderoso. O que???? você não sabe o que é um I-Phone? em que planeta você vive? Tá bom, é esse aqui, ó:



Muita sacanagem a Paula economizando e eu comprando um celular nesse preço, né? Mas eu usei um bônus da Vivo, então saiu baratículos. E em 10 vezes...

Voltando à viagem pra São Paulo, eu acho uma sacanagem minha comigo mesmo eu nunca antes ter ido passear por São Paulo, mesmo tendo morado quase um ano lá. É porque naquela época eu tive depressão e não tive forças pra fazer nada legal, mas isso me dá muita raiva, anyways. O MASP é um show, dá de 40 a zero no Museu de Arte Moderna de Niteroy. A feirinha de antigüidades (antigas como esta trema, que eu ainda vou usar por um bom tempo) é um show a parte. A Noite paulistana é demais.

Comi bem, tomando o cuidado de não abusar DEMAIS. No sábado eu almocei no Ponto Chic, o lugar onde foi inventado o Baurú. Manja aquele lanche tradicional? então, é ele. Só que é diferente do misto-quente-com-tomate que a gente está acostumado. No lugar do presunto, é um rosbife de excelente qualidade. No lugar de uma fatia de mussarela vagabunda entra uma massa de queijos fundidos (acho que vai Gruyere, mas eles não falam), fervidos na água, o que tira quase toda a gordura e deixa a mistura bem leve, e provavelmente saudável. E junto com o tomate vai um pepino em conserva bem suave. E o lanche tem história... E desta vez, eu tive o cuidado de pedir um Bauru no prato, pra evitar comer muito carboidrato. Pena que veio batata frita (vergonha suprema!)...

À tarde, eu tomei um suco de laranja com iogurte light! Beleza de receita, com proteína, vitaminas e cálcio! Pena que laranja tem muito carboidrato, mas é de boa, mesmo assim. Vou fazer em casa, certeza.

Outras coisas que eu comi e que nem devia tanto assim, mas foi dividindo com a Paula, então é só meia culpa: Yakissoba numa barraquinha na calçada da Av. Paulista, Burrito no Tollocos (uma dilíça, e eu peguei o médio...), meu primeiro Cosmopolitan e, heresia suprema, "O melhor bolo de chocolate do mundo". É sério, clique neste link que eu nem vou explicar do que se trata. Eu não vou falar muito mais sobre a viagem, porque a Paula escreveu este post contando bem detalhadamente. Leia, porque é legal, e ela escreve bem bonitinho.

Sabe porque eu escrevi isso aqui também? Pra provar pra vocês, que estão em dúvida se devem fazer ou não a cirurgia que a vida é normal pra um pós-operado. Absolutamente normal! Eu tive um pouco de sorte, porque eu não tenho dumping com nada, mas de qualquer maneira existem opções relativamente saudáveis em quase qualquer lugar que você vá. E sempre dá pra abusar um pouco em ocasiões especiais. Só não rola abusar todo dia, que afinal de contas, vc quer ou não quer emagrecer? Eu quero.

Emagrecer e ser saudável. E ser feliz, com essas pequenas alegrias, até gastronômicas, que eu sentia muito medo que não fizessem mais parte da minha vida após a cirurgia, mas estão aí, firmes e fortes.



Depois eu escrevo mais. Essa semana foi punk-rock-hardcore-underground-alternativo-experimental, então eu ainda nem contei pra vocês do meu aniversário nem da minha consulta com o Dr. Gustavo. Mas no FDS eu conto.

Aliás, você aí que me parou na sala de espera da Pro-Gastro, eu, relaxadamente, esqueci seu nome. Desculpa aí, e deixa um comentário pra gente se falar, que foi muito legal conhecer alguém que lê essa bagaça aqui (além da Booh, que eu "conheci" no mesmo dia...).